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sábado, 7 de novembro de 2015

Mais de 3000 povos nunca ouviram falar de Jesus

Mais de 3000 povos nunca ouviram falar de Jesus

Mais de 3000 povos nunca ouviram falar de Jesus

Pastores famosos pedem que igreja retome trabalho missionário
por Jarbas Aragão

Líderes evangélicos conhecidos, como os pastores Rick Warren e Francis Chan estão unindo forças para uma conferência que deseja desafiar a Igreja a retomar seu ardor missionário. Ainda existe 3.226 povos (grupos étnicos) que nunca ouviram falar de Jesus.
“Como parte de uma iniciativa global, queremos ajudar a levar as boas novas do Evangelho para os 3.000 grupos étnicos que ainda não foram alcançados! Essas pessoas, espalhadas em diversas partes do mundo, não possuem a Bíblia em sua língua, nenhum crente conhecido, e nenhuma igreja para representar o corpo de Cristo”, escreveu Warren num convite para o evento de lançamento que ocorrerá em dezembro na Igreja de Saddleback, Califórnia, que ele pastoreia.
Os palestrantes convidados são Francis Chan e Paul Eshleman, além de outros especialistas em missões que desejam estabelecer um plano para que esses grupos não alcançados possam ter acesso ao Evangelho até o final desta década.
O evento foi batizado de Finishing the Task [Finalizando a Tarefa]. O site oficial lembra que “Jesus nos deu a tarefa de fazer discípulos de todas as nações, e sabemos que, no final de tudo, haverá pessoas de toda tribo, língua, povo e nação ao redor de seu trono.”
Nos últimos anos a igreja norte-americana vem perdendo seu antigo fervor missionário. Durante muitos anos foi de lá que saíram missionários para quase todos os países do mundo. Mas o liberalismo teológico, a crise econômica que o país enfrentou e a diminuição no número de candidatos ao campo missionário contribuíram para que isso se perdesse.
O desafio é cumprir a Grande Comissão, com foco específico na plantação de igrejas entre os grupos não alcançados. Como tudo que Warren faz em sua megaigreja, o projeto pretende estimular os milhares de outros líderes do mundo que se inspiram na Saddleback, através da rede criada pelo movimento “Igreja com Propósitos”.
O material disponibilizado pela Finishing the Task prevê parcerias com organizações missionárias que já possuem como objetivo alcançar esses grupos. Assim, muitas igrejas podem se unir para “adotar” um determinado povo em oração e contribuir financeiramente para os obreiros que desejem trabalhar entre eles.
No site há um mapa interativo que mostra os 531 povos considerados pela igreja de Warren os “mais necessitados”, que somados chegam a 51 milhões de pessoas. Estes serão os primeiros alvos da Finishing the Task. A grande maioria fica em regiões onde predomina o islamismo ou o hinduísmo.
No Brasil, existem várias agências missionárias que fazem trabalhos entre povos não alcançados no mundo. Contudo, o avanço tem sido pequeno, muito desproporcional ao número de evangélicos do país.
Para o estudioso e pastor Davis Botelho, o motivo é claro: “A Igreja brasileira é antropocêntrica [centrada no homem], tudo é voltado para o bel prazer de seus líderes e o conforto dos membros”. Ele lidera missão Horizontes América Latina, que já enviou dezenas de cristãos comprometidos para o campo missionário transcultural no Brasil e no mundo. Com informações de Christian Post

Líder islâmico afirma que Israel está “ofendendo 1,5 bilhão de muçulmanos”

Líder islâmico afirma que Israel está “ofendendo 1,5 bilhão de muçulmanos”

Mufti prega que Mesquita de Jerusalém foi construída por anjos nos tempos de Adão
por Jarbas Aragão

Líder islâmico afirma que Israel está “ofendendo 1,5 bilhão de muçulmanos”Líder diz que Israel ofende 1 bilhão de muçulmanos
Duas declarações de líderes islâmicos chocaram Israel esta semana.
Primeiramente, o grão-mufti de Jerusalém, o clérigo muçulmano responsável pela Mesquita de Al-Aqsa, que fica no alto do Monte do Templo, afirmou que o local abriga uma mesquita “desde a criação do mundo”.
O sheik Muhammad Ahmad Hussein disse em uma entrevista à TV que nunca houve um templo judaico no alto do monte Moriá. Segundo ele, o local, considerado o terceiro lugar mais sagrado no Islã, abriga uma mesquita desde os tempos de Adão e que a mesma foi construída por anjos.
Ignorando os relatos do Antigo Testamento, que precedem em mais de dois milênios o Alcorão, e achados da arqueologia, despreza o registo histórico de que ela na verdade foi erguida no século oitavo, a mando do Califa Abd el-Melek.
A própria tradição islâmica o desmente, pois no século 10 o historiador muçulmano Muhammad ibn Aḥmad Shams al-Din al-Muqaddasi escreveu sobre Jerusalém, dizendo “aqui estão as maravilhas de Salomão e suas cidades”. Um guia publicado pela Waqf muçulmana em 1924 reconhece que ali estiveram em outros tempos, dois templos judaicos.
Hussein foi nomeado pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. Ele coleciona declarações polêmicas, tendo recentemente apoiado atentados suicidas contra israelenses.
A disputa pelo direito de judeus subirem para orar em seu local sagrado existe desde a retomada de Jerusalém pelo governo de Israel durante a guerra de 1967. O local, que na época pertencia à Jordânia, por causa de um acordo, permanece sob domínio islâmico desde então.

Ameaça externa

Esta semana, o ministro de Relações Exteriores do Cata, Khalid Al Attiyah, fez uma ameaça velada a Israel. Disse à rede Al Jazeera que o estado judeu “ofende os 1,5 bilhão de muçulmanos do mundo” em suas ações no Monte do Templo.
Al-Attiya acusa Israel de “intransigência” na maneira como lida com os palestinos.  Advertiu que a situação atual configura uma “terceira intifada” que poderá se tornar “a pior intifada”. Conhecido por seu apoio financeiro ao grupo terrorista palestino Hamas, o Catar insiste que não há solução de paz enquanto houver “ocupação israelense de terras palestinas”.
Essas afirmações apenas aumentam a tensão, pois ocorrem simultaneamente, vindo de fontes internas e externas. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tem afirmado que combaterá duramente a chamada “intifada das facas”.
Nas últimas semanas, são diários os casos de atentados e mortes em diferentes partes do país. Já morreram mais de 50 palestinos (sendo a metade terroristas) e nove israelenses. Mais de mil pessoas ficaram feridas durante os incessantes protestos contra o exército israelense na Cisjordânia e em Jerusalém.
 

Vídeo: Lula confessa que enganou o povo; assista!

Vídeo: Lula confessa que enganou o povo; assista!

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva confessou nesta quinta-feira (29) o que todo brasileiro já sabia, que parte da atual crise política é devido a “mudança de discurso” do governo da presidente Dilma Rousseff em relação às promessas feitas na campanha eleitoral do ano passado. Na avaliação de Lula, a presidente está fazendo exatamente o que afirmou que não faria enquanto tentava conquistar mais um mandato. A confissão foi feita durante a reunião do diretório nacional do PT.
“Nós tivemos um problema político sério, porque ganhamos as eleições com um discurso e, depois das eleições, nós tivemos que mudar o nosso discurso e fazer aquilo que a gente dizia que não ia fazer. Isso é fato conhecido de 204 milhões de habitantes, fato conhecido da nossa querida presidenta Dilma”, ressaltou Lula aos dirigentes do PT.
Assista a vídeo abaixo e deixe o seu comentário no Verdade Gospel.
Fonte: G1 e Youtube

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

terça-feira, 22 de setembro de 2015

PT transformou o Estado num predador de riquezas; entenda

PT transformou o Estado num predador de riquezas; entenda

O partido fez da máquina pública uma fera devoradora daquilo que é produzido por quem trabalha e investe. Agora o governo chora pela CPMF. São lágrimas de crocodilo
O partido fez da máquina pública uma fera devoradora daquilo que é produzido por quem trabalha e investe. Agora o governo chora pela CPMF. São lágrimas de crocodilo
Quando muitos clamavam pelo perdão da dívida da Grécia e pelo fim da austeridade, coube ao americano Edmund Phelps, ganhador do Nobel de 2006, pôr o debate em sua verdadeira perspectiva. Para Phelps, de nada adiantaria reduzir o endividamento grego nem liberar as despesas públicas. “Tais medidas apenas dariam nova vida aos gastos do governo”, disse Phelps. As de­fi­ciên­cias da economia permaneceriam intactas. Seria como jogar dinheiro fora pelo ralo. No Brasil, quando o governo pede uma nova chance e implora por novos tributos, esteja certo: o dinheiro acabará sendo tragado pela boca enorme dos gastos públicos. Sem deter os desperdícios, os privilégios e a gastança sem critério do populismo estatizante, nunca haverá impostos suficientes para sustentar a voracidade pública.
Os desequilíbrios chegaram ao ápice no governo de Dilma Rousseff. No ano passado, a gastança pública deu um salto de 6%, enquanto o produto interno bruto (PIB) teve um ganho desprezível de 0,1%. A cada ano, o governo engole um pedaço a mais do PIB, tributando o setor privado, que é produtivo e eficiente, e transferindo recursos para o setor público, pouquíssimo produtivo e ineficiente por vocação. O resultado dessa política suicida aparece na baixa capacidade de aumento da produção. “Em países pobres, o aumento dos gastos públicos pode contribuir para o crescimento da economia”, afirma o pesquisador sueco Andreas Bergh, especialista no estudo da relação entre tamanho de governo e desenvolvimento. “Nas nações mais ricas, entretanto, o aumento do setor público está associado à redução do crescimento e da atividade econômica. O Brasil deve ter chegado a esse ponto.” De acordo com as análises de Bergh, um aumento de 10 pontos porcentuais na participação estatal na economia reduz o crescimento econômico médio em até 1 ponto porcentual.
O governo, em estado de negação da realidade, parece viver em outro planeta. Na semana passada, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, defendeu a volta da CPMF, o imposto do cheque, com o seguinte raciocínio: “Na verdade, é um imposto pequenininho. Dois milésimos, né? Se você for comprar alguma coisa que custe 10 reais, você vai pagar 2 centavos”. Se é tão pequenininho, por que o governo precisa dele? Porque de fato ele não é tão pequeno assim. Seu efeito cumulativo na economia poderá dar 32 bilhões de reais ao governo no próximo ano, segundo as estimativas oficiais. Especialistas, entretanto, acreditam que a arrecadação será ainda maior. O governo, rebaixado pela agência Standard & Poor’s e tachado como pouco confiável, em vez de fazer a sua parte, cortando despesas para valer e eliminando privilégios, passa a conta desavergonhadamente para a população.
Como mostram os exemplos a seguir, não são poucos os desequilíbrios, privilégios e escárnios produzidos nos últimos anos. Há muito a fazer, antes de tributar mais e mais.
Uma carga rumo a 50% do PIB
Se a atual trajetória de aumento de gastos sociais for mantida e não for feita nenhuma reforma, como a da Previdência, o custo para sustentar os salários do funcionalismo, as aposentadorias e os benefícios assistenciais dobrará, como parcela no PIB, até 2040. Chegaria a 28,5% da economia. Sustentar essas despesas e manter as finanças públicas minimamente equilibradas exigiria uma elevação da carga total de tributos para 50% do PIB. A atividade empresarial seria sacrificada ainda mais. Países que exageraram na dose do assistencialismo reconheceram que isso foi um erro e voltaram atrás, como foi o caso da Suécia. O Brasil já vem pagando essa conta antecipadamente. Isso porque as projeções impactam diretamente a situação presente. Os agentes do mercado antecipam os problemas. O país pagará as consequências na forma de cotação do dólar nas alturas, aumento na inflação e queda no crescimento. O problema, como analisa o italiano Vito Tanzi, especialista em finanças públicas, é que raramente os políticos aprendem com os erros de outros governos. “Eles estão fadados, portanto, a ter de aprender com os próprios erros, muitas vezes quando já é tarde demais.”
Exuberância no planalto
Enquanto aumenta impostos, o governo oferece, como sinal de boa vontade, um corte módico de suas despesas. Corte na teoria, porque a proposta ainda precisa ser aprovada pelo Congresso. Corte, antes de tudo, de “vento”, como dizem os economistas. O governo promete ainda eliminar parcialmente o seu quadro agigantado de ministros e funcionários comissionados. Sob o comando de Dilma Rousseff, estão 39 ministros de Estado. O presidente americano, Barack Obama, possui em seu time apenas 22 secretários com status equivalente ao dos ministros brasileiros. Assim ele governa a maior economia do planeta.
Um estudo dos economistas Felipe Salto e Nelson Marconi, ambos da Fundação Getulio Vargas em São Paulo, dá a dimensão do custo da ineficiência do setor público e da redução de despesas possível caso houvesse o aperfeiçoamento da administração federal. O valor chega a 144 bilhões de reais ao ano. Eles levantaram a inflação implícita nas contas do setor público e do privado na última década, entre 2005 e 2014, e constataram que houve uma diferença espantosa: a variação acumulada de custeio foi de 128,6% no governo e de 88,5% nas empresas. “São necessárias ações de gestão complementares ao ajuste estrutural de médio e longo prazo”, diz Salto, que é assessor econômico do senador José Serra.

Vídeo: mudança de sexo em crianças; Pr. Silas comenta

Vídeo: mudança de sexo em crianças; Pr. Silas comenta

Confira o comentário do Pr. Silas Malafaia sobre a questão que envolve mudança de sexo em crianças e entenda o que é e o que está por trás da ideologia de gênero.


Assista ao vídeo abaixo, divulgue e deixe o seu comentário no Verdade Gospel.

Denúncia: exército dos EUA seria conivente com casos de pedofilia no Afeganistão

Denúncia: exército dos EUA seria conivente com casos de pedofilia no Afeganistão

Denúncia é do 'The New York Times' e da emissora Fox, que afirma que Exército dos EUA estaria conivente com casos de pedofilia no Afeganistão
Denúncia é do ‘The New York Times’ e da emissora Fox, que afirma que Exército dos EUA estaria conivente com casos de pedofilia no Afeganistão
Reportagens do jornal ‘The New York Times’ e da emissora ‘Fox’ denunciaram nesta segunda-feira (21) uma suposta conivência das Forças Armadas dos Estados Unidos com abusos sexuais a menores praticados por seus aliados no Afeganistão. Segundo a notícia divulgada pela Fox, o exército decidiu expulsar um veterano do corpo especial dos Boinas Verdes por sua atuação em 2011, quando o militar estava no Afeganistão e empurrou um policial afegão acusado de abusar de um menor e de agredir a mãe do mesmo quando esta denunciou o ocorrido.
De acordo com o canal de televisão americano, o Boina Verde Charles Martland soube das ações do policial, que foi treinado e armado pelos EUA para lutar contra os talibãs, e por isso foi a seu encontro para confrontá-lo, chegando a empurrá-lo. Martland, um militar condecorado em várias ocasiões por suas ações na frente de batalha, foi punido pelo exército americano pouco depois desse episódio, mas só agora, quatro anos depois, foi decidida sua expulsão das Forças Armadas.
Esta questão também foi abordada nesta segunda-feira pelo The New York Times, que dedicou um duro editorial sobre o assunto, após a publicação de um artigo horas antes, em que o jornal denunciou um caso similar. “Os incidentes de assédio sexual contra crianças descritos por militares americanos que serviram no Afeganistão são repugnantes. Crianças gritando durante a noite ao serem atacadas por policiais afegãos. Três ou quatro homens afegãos surpreendidos em uma base militar com crianças entre eles, presumivelmente para jogos sexuais”, relatou a publicação.
O jornal americano acrescentou que é “igualmente ofensivo” que os soldados dos EUA que quisessem intervir “não pudessem” e que seus superiores tivessem ordenado que “ignorassem comportamentos abusivos por parte de seus aliados afegãos e olhassem para o outro lado porque é sua cultura”.
Em uma informação publicada no domingo, o ‘The New York Times’ contou a história de Gregory Buckley, um soldado que morreu em um ataque no Afeganistão em 2012. Antes de morrer, Buckley denunciou em um telefonema para seu pai que podia ouvir como os policiais afegãos abusavam sexualmente de crianças que eram levadas à sua base. “Durante a noite podíamos ouvi-los gritar, mas não era permitido que fizéssemos algo a respeito”, disse Buckley a seu pai, conforme este relatou à publicação.
A Casa Branca declarou nesta terça-feira (22) que está “muito preocupada” com a segurança das crianças afegãs. O Pentágono, por sua vez, se defendeu assegurando que jamais teve uma política que obrigasse os militares “a ignorar os abusos contra os direitos humanos”. No entanto, em um comunicado enviado ao canal ‘Fox News’, um porta-voz das forças americanas no Afeganistão indicou que não exige que os soldados relatem casos de abusos a menores.
Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.
Fonte: Veja

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Estupradas, agredidas e vendidas: meninas contam abusos do EI

Estupradas, agredidas e vendidas: meninas contam abusos do EI

Vítimas do autoproclamado Estado Islâmico contam histórias de abuso e sofrimento
Vítimas do autoproclamado Estado Islâmico contam histórias de abuso e sofrimento em escolas de Londres
Três jovens mulheres da minoria religiosa yazidi que foram usadas como escravas sexuais pelo grupo militante auto denominado Estado Islâmico narraram as suas terríveis histórias em Londres. As moças são frágeis, bonitas e continuam muito assustadas.
Elas temem mostrar os rostos, porque, segundo elas, têm amigos e família reféns dos fanáticos que poderiam sofrer represálias, caso suas identidades sejam reveladas.
É difícil imaginar o que poderia ser pior do que elas já sofreram.
“Éramos estupradas até cinco vezes por dia”, diz Bushra, de 20 anos. “Uma menina foi ao banheiro e cortou os pulsos, mas não morreu. Eles cortaram o pescoço dela. Os guardas me mandaram identificá-la: ‘É uma amiga sua’. Eu não consegui reconhecê-la. O rosto dela estava coberto de sangue. Os guardas a enrolaram em um lençol e jogaram o corpo no lixo.”
Para minorias religiosas, o avanço das tropas do EI sobre enormes regiões da Síria e do Iraque é uma ameaça constante. Qualquer um que contrarie de alguma maneira o projeto de califado dos extremistas está sujeito a duras penas.
Para o grupo, a única lei é a sharia (o código legal islâmico), e infiéis não têm vez. Como os yazidis não são nem cristãos nem muçulmanos, mas adoram um deus pavão, aos olhos dos fanáticos muçulmanos são adoradores do demônio, e o seu extermínio é justo.
Invasão do vilarejo
Vítimas dizem ter sido violentadas até cinco vezes por dia
Vítimas dizem ter sido violentadas até cinco vezes por dia
Bushra conta como aconteceu a invasão do seu povoado, há exatamente um ano.
“Certa noite, fomos atacados perto de dois vilarejos. A batalha durou até às 6h. Parentes no vilarejo mais próximo nos aconselharam a fugir, porque não havia soldados peshmerga, só yazidis. Mas no nosso povoado, os peshmerga disseram que não precisávamos nos preocupar e que nos protegeriam.”
Só que as forças peshmerga curdas não resistiram, e o EI invadiu nosso vilarejo.
Noor, de 21 anos, continua a história.
“Eles separaram homens, mulheres e crianças. Os homens foram levados para ser fuzilados. Eu tinha sete irmãos, só um conseguiu escapar. Os outros seis estão desaparecidos. A minha mãe foi levada junto com umas 70 moradoras mais idosas. Vimos uma escavadeira chegar e ouvimos tiros.”
Só as jovens foram poupadas, e muitas prefeririam não ter sido.
Munira, de 16 anos, disse que as moças foram reunidas numa sala de aula e começaram o processo de seleção.
“Os comandantes do EI têm entre 50 e 70 anos. Eu tinha 15 quando fui escolhida por um deles. Ele disse que meninas são melhores que as mais velhas. Normalmente, escolhem as mais bonitas e jovens”.
Depois de algumas semanas, ele se cansou dela. “Abu Mohammed disse: ‘Tive essa menina quando ela era virgem. Agora me cansei dela. Quero outra’.”
“Fui vendida para Abu Abdullah, que também me estuprou. Ele se cansou de mim depois de uns poucos dias e me vendeu para Emad. Se eu não tivesse escapado, teria sido vendida de novo.”
As moças eram espancadas e estupradas diariamente. Mesmo traumatizadas e exaustas, não pensaram duas vezes quando surgiu a oportunidade de fugirem. Noor foi flagrada ao tentar pular pela janela. O seu “dono”, Salman, a puxou de volta e disse que seria punida.
“Castigo”
“Salman e seus ajudantes me bateram e me queimaram com pontas de cigarro. Salman mandou que eu tirasse a roupa e disse: ‘Eu te avisei para você não tentar fugir. Agora, você vai ver o seu castigo.”
“Ele deixou outros seis soldados entrarem e trancou a porta. Eles me estupraram brutalmente. Nem sei quantas vezes.”
As três moças acabaram escapando e foram morar em campos de refugiados no Iraque.
De lá, foram trazidas para a Inglaterra pela organização humanitária AMAR, que trabalha na divulgação da história delas para combater as campanhas que já levaram várias jovens britânicas a deixar o país e se unir ao EI.
Durante uma palestra na Bristol City Academy, Noor, Bushra e Munira ficaram sentadas ao lado de três adolescentes.
Pouco depois do ataque aos yazidis, a adolescente Yusra Hussein, de 15 anos, abandonou a escola em que terminava o ensino médio para entrar no Estado Islâmico.
Nasra Ahmed, de 18 anos, diz estar em contato com Yusra e outras jovens seduzidas pelo EI pelas redes sociais. “Elas têm uma bela casa, marido, dinheiro. Tudo o que uma menina de 15 anos pode querer.”
“É tudo mentira”, responde Noor, irritada. “Eles te prometem uma bela casa, empregados e um carro, mas é tudo mentira.”
‘Não vá!’
Outra jovem de Bristol, Ikram Hassan, de 14 anos, pergunta que conselho elas dariam a outras meninas que pensam em se juntar aos militantes islâmicos.
“O meu recado é: Não vá!” diz Munira. “Você vai ser estuprada, espancada e vendida para outros homens. Eles são criminosos.”
Em outra escola, desta vez em Birmingham, na região central da Inglaterra, professores e líderes comunitários tentam passar o mesmo recado através da campanha Open Your Eyes (Abra os Olhos, em tradução livre). Eles mostram vídeos de atrocidades do EI.
A maioria muçulmana da escola assiste ao filme respeitosamente, mas só parece realmente interessada quando as três jovens yazidis entram na sala para conversar.
Nasra conta a sua história de estupros e mortes ao grupo.
“Me sinto morrendo por dentro quando ouço falar em meninas querendo ir para lá. Eu não desejo a ninguém o que eu vi e experimentei por lá.”
Os alunos ficam visivelmente chocados. Um deles pede desculpas em nome da maioria dos muçulmanos, pacífica. O contato direto com moças da mesma idade causou um impacto.
Infelizmente, as três jovens yazidis têm que voltar para o Iraque no dia seguinte.
Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.
Fonte: BBC Brasil

quarta-feira, 8 de julho de 2015

A vinda do Messias é iminente”, alerta influente rabino

A vinda do Messias é iminente”, alerta influente rabino

Religiosos pedem que judeus voltem para Israel
por Jarbas Aragão

“A vinda do Messias é iminente”, alerta influente rabino"A vinda do Messias é iminente", alerta rabino
O rabino Chaim Kanievsky é uma das maiores autoridades do judaísmo ultra ortodoxo. Suas mensagens mais recentes são claras e inequívocas: a vinda do Messias é iminente. Ele está pedindo que todos os judeus voltem para Israel o mais rapidamente possível. O entendimento é que essa é uma ação espiritual que marca a vinda do Messias judeu.
Ele tem feito eco aos escritos do rabino Yitzchak Ben Tzvi, que escreve extensivamente sobre o final dos tempos. São vários os rabinos que começaram a defender nos últimos anos que os sinais proféticos são claros.
Kanievsky decretou que é uma “Mitzvah Dioraita”, ou seja, um mandamento bíblico voltar para Israel agora. Vem informando a vários sites que desde a guerra do verão passado em Gaza a expectativa é que o momento dessa vinda do Messias seria: “No final do ano sabático”.
O atual ano sabático no calendário judeu se encerra no dia 29 de Elul, que para o restante do mundo será o sábado, 12 de setembro de 2015.
Existem relatos de respostas ao apelo do rabino Kanievsky em várias comunidades ao redor do mundo, principalmente nos Estados Unidos.
Judeus da França começaram a chegar em Israel em massa este ano, estimulados pelo convite do primeiro-ministro israelense Netanyahu. Nos últimos anos, 7.000 judeus franceses voltaram para Israel. O Ministério de Absorção de Imigrantes espera mais de 3.000 judeus franceses neste verão.
Alguns cristãos especializados no estudo de profecias vêm apontando para setembro deste ano como um mês que trará “sinais no céu”. No dia 13 ocorrerá um eclipse solar parcial, coincidindo com o início da “Festa das trombetas”.
Já no dia 23, durante a Festa dos Tabernáculos, ocorrerá o fenômeno da Superlua – a lua nunca esteve tão próxima da Terra. E mais, essa será a quarta Lua de Sangue.
O teólogo e pastor Mark Biltz vem dando palestras no mundo todo sobre o que ele que são os sinais claros deixados por Deus nos céus e na terra. A aparição da “primeira lua de sangue” na Páscoa de 2014, marcou o início de um cumprimento profético.
Descendente de judeus, ele passou anos estudando as profecias sobre o Sol e a Lua desde Gênesis, onde a Bíblia afirma que os luzeiros no céu serviriam “para sinais e para as estações do ano”.
“O termo em hebraico implica que não é apenas um sinal, mas um sinal da Sua vinda”, esclarece. Biltz diz ainda que a palavra traduzida como “estações” tem o sentido de “tempo determinado”, que seriam a comemoração das festas estabelecidas por Deus no Antigo Testamento e que seguem o calendário lunar adotado pelos judeus. Com informações de Breaking Israel News e Israel National News