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sábado, 18 de janeiro de 2014

Fernando Haddad, prefeito de SP, alimenta vício em crack

Fernando Haddad, prefeito de SP, alimenta vício em crack

Beneficiados com o Bolsa Crack não serão obrigados a se tratar para receber auxílio de R$ 450
Beneficiados com o Bolsa Crack não serão obrigados a se tratar para receber auxílio financeiro
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), fez uma declaração, no mínimo fantasiosa, à Folha de S. Paulo sobre a Cracolândia do centro da cidade: “Conseguimos mudar a cara da região em apenas dois dias”.
A afirmação pode ser considerada uma piada, já que o programa social ‘Bolsa Crack’ oferecerá vários benefícios aos viciados, pagos com dinheiro público, sem que os mesmos precisem largar a droga.
Entenda o ‘Bolsa Crack’
A Prefeitura paulista criou o ‘Bolsa Crack’, em que paga R$ 450, inicialmente, para um grupo de 300 dependentes – que moram nas ruas.
Para que saíssem da Cracolândia a administração decidiu oferecer, além do dinheiro, moradia gratuita em hotéis e três refeições por dia. Tudo com apenas uma exigência: que trabalhem em “qualquer coisa” por quatro horas diárias. Os viciados terão a possibilidade de fazer curso de requalificação, duas horas por dia, mas podem recusar fazê-lo. Porém, o pior de tudo é que não precisarão se tratar contra o vício.
Pontos obscuros
Imagem: Reprodução/Antonio Cruz/ABrTamanha “ingenuidade” por parte do governo paulista salta aos olhos, pois quem garante que o auxílio financeiro não será usado para comprar pedras de crack? Haddad oferece abrigo para 300, mas já que não haverá fiscalização sobre o tipo de serviço que prestarão, o que esses usuários farão durante todo o dia?
Outro ponto que “ninguém vê” é que o restante da Cracolândia segue na miséria de sempre. Estima-se que 2.000 dependentes circulam por aquela região todos os dias.
A imprensa de modo geral está tratando a questão como algo “genial”. Mas não se pode perder de vista que isso acontece porque há interesses ideológicos por trás disso tudo, como a descriminalização das drogas. O que parece, na prática, é que o prefeito está declarando o centro da capital com uma área livre para o consumo da droga, e pior, com patrocínio do dinheiro público.
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Fonte: Veja

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Pastoras lésbicas Lanna Holder e Rosania Rocha se casam em cerimônia religiosa e rebatem críticas: “Fariseus”

Pastoras lésbicas Lanna Holder e Rosania Rocha se casam em cerimônia religiosa e rebatem críticas: “Fariseus”As pastoras lésbicas Lanna Holder e Rosania Rocha, líderes da igreja inclusiva Comunidade Cidade de Refúgio, comemoraram 10 anos de relacionamento e realizaram a cerimônia religiosa de casamento num castelo de estilo medieval em Mauá, interior de São Paulo.
A cerimônia foi realizada em dezembro, com a presença de amigos da dupla, familiares e frequentadores da igreja que Lanna e Rosania fundaram.
A pastora Eddy, responsável pela filial da Cidade de Refúgio em Londrina, no Paraná, celebrou a cerimônia. “Foi tudo lindo e perfeito. Receber a Rosania como minha esposa, sob a benção de Deus, foi uma emoção indescritível. Ela estava linda. Vê-la naquele vestido divino em um castelo, reforçaram o que eu já sabia: Ela é uma rainha!”, comentou Lanna Holder.
O pai da pastora Lanna Holder, presente na cerimônia, pediu a palavra para dar sua aprovação ao casamento de sua filha com Rosania Rocha, de acordo com informações do site Mix Brasil.
Lanna e Rosania prestaram homenagens uma à outra. Uma retrospectiva da história das duas juntas foi lida por Lanna, que cantou a música “Intensidade”, composta por ela exclusivamente para Rosania, que cantou a música “Linda Demais”, do grupo secular Roupa Nova.
“Mantivemos a tradição de não ver o vestido antes da cerimônia e quando eu vi, achei que não ia aguentar. Chorei muito”, afirmou Rosania Rocha. O local escolhido para a lua de mel foi Paris, e a viagem foi paga com uma “vaquinha” entre amigos, de acordo com a Veja SP.
No Twitter, Lanna e Rosania atacaram os críticos de sua união classificando-os de cães e fariseus: “Ual! O latido foi grande na terra por aqui hem fariseus? Ainda assim, sem hipocrisia consigo amá-los.que Deus lhes ajudem”, escreveu Rosania
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Cristo é única alternativa’, diz ex-presidiário de Pedrinhas que virou pastor

Cristo é única alternativa’, diz ex-presidiário de Pedrinhas que virou pastor

Imagem: DivulgaçãoO que sente um preso ao sair de Pedrinhas, presídio em São Luís que está entre os mais violentos do Brasil, palco de decapitações e de 62 mortes nos últimos 12 meses? Marcelo Jorge Araújo Rodrigues, que em novembro passado deixou o presídio ao encerrar sua segunda temporada atrás das grades, surpreende na resposta: “Fiquei triste”.
A explicação para o sentimento, diz ele, tem a ver com o fato de que, pouco antes de sua captura, ele se tornara um pastor evangélico. ”Saí e senti saudades dos irmãos que ficaram lá presos, a quem pregava, que me escutavam. Aquilo tudo foi muito doído”, conta.
Na primeira vez que deixou a prisão, porém, Rodrigues diz ter se sentido de outra forma. Ele estava preso – também em Pedrinhas – desde 2005 por assalto.
Queria tanto sair da cadeia que, em 2008, ao receber uma autorização judicial para passar as festas de fim de ano com os sete filhos, não voltou mais. “Parecia que tinha nascido de novo”.
Segundo crime
Foragido, em pouco tempo cometeria outro crime, ao esfaquear seu sogro até a morte. “Estava drogado, só fiquei sabendo o que tinha feito no dia seguinte.” Apesar disso, não foi achado pela polícia e seguiu em liberdade.
Foi só então que ele diz ter tomado a decisão que, segundo ele, mudaria o curso da sua vida: converter-se na Igreja Evangélica Unidos por Cristo.  E por quê? “Por cansaço da vida do crime, por não compensar e não valer nada. E o chamado de Deus”.
Rodrigues logo abriria o seu próprio templo em São Luís, uma casinha de madeira sob uma ponte que cruza o rio Anil, na favela do bairro Jaracati.
A BBC Brasil visitou a igreja, batizada de Fogo Puro, com capacidade para cerca de trinta pessoas.
Rodrigues diz que, após erguer a igreja, em 2009, pôs fim a uma trajetória iniciada aos 12 anos, quando começou a se envolver com uma gangue por “influências”.
O primeiro assalto, diz ele, ocorreu aos 15, poucos anos após largar a escola, na quinta série. Às vezes, era pego pela polícia. As capturas, segundo Rodrigues, eram seguidas por sessões de tortura para que confessasse os crimes e delatasse companheiros.
“Já fui levado para o mato, amarrado, pendurado de cabeça para baixo no abismo, já fui torturado dentro do tanque, apanhei muitas ripadas na cabeça e não podia colocar a mão, que aumentava de dez em dez”.
As piores lembranças, porém, são das duas vezes em que diz ter tido unhas removidas com alicate. “É uma sensação de arrancar um pedaço da gente estando vivo”.
Mesmo assim, afirma ter resistido à violência sem abrir a boca, respeitando a regra entre os criminosos que pune delatores com a morte. E como tampouco confessava os crimes, diz que sempre acabava liberado por falta de provas.
Rebelião
Após o assalto em 2005, no entanto, Rodrigues foi finalmente condenado e levado a Pedrinhas pela primeira vez. Logo de cara enfrentou uma rebelião, em que os presos cobravam melhores condições.
Naquele momento, diz ele, “o medo não é dos detentos: o medo é a polícia invadir e matar todo mundo, como no Carandiru”, diz Rodrigues, citando o massacre em outubro de 1992 na antiga Casa de Detenção de São Paulo, quando 111 presos foram mortos.
Rodrigues ainda enfrentaria em Pedrinhas muitas outras rebeliões – e intervenções policiais. “Invasão é choque, gás de pimenta, tiro de borracha. Atiram nas pessoas sem nenhum respeito. Para eles a gente não é nenhum ser humano, é bicho”.
“Isso transforma o homem, que já está preso como animal, e ele fica mais revoltado”.
Após o primeiro motim, Rodrigues diz ter sido deixado numa quadra sem cobertura por quatro dias, sob sol e chuva. Com o tempo, adaptou-se às novas condições e incorporou o código de conduta dos presos, inclusive atacando “jacks” (estupradores), “caguetas” ou “X9″ (delatores).
Esses detentos, segundo ele, eram punidos com a morte. “Era a lei imposta dentro do presídio, a lei do crime, e eu vivia na lei do crime naquele tempo”.
Conversão
Imagem: DivulgaçãoDepois que se tornou pastor, porém, Rodrigues diz que passou a rejeitar todas as punições do código da prisão.
Ele afirma que, se evangélicos voltam ao crime, é porque não se converteram para valer. Mas sempre há uma nova chance, diz o pastor, que cita passagens bíblicas que garantiriam o perdão divino a convertidos a despeito de pecados prévios: “Nenhuma condenação há para os que estão em Jesus”. “Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”.
Em março de 2013, quando já construíra sua igreja e atuava como pastor, Rodrigues foi capturado pela polícia pela morte do sogro e para cumprir o resto da primeira condenação e levado a Pedrinhas outra vez. Na época, jornais de São Luís relataram que a polícia havia prendido um “bandido que se passava por pastor”.
“Eles discriminaram minha imagem, não acreditando no Evangelho”. Ainda assim, Rodrigues recortou todas as reportagens e as guarda numa pasta vermelha. De tempos em tempos, exibe-as para os fiéis para mostrar “que é possível deixar o crime para trás”.
Na segunda passagem por Pedrinhas, ele diz ter convertido mais de 30 presos. E mesmo após sair em liberdade condicional em novembro, enquanto aguarda ser julgado pela morte do sogro, continua frequentando o presídio para celebrar cultos.
Rodrigues diz que, além de permitir que os presos passem uma borracha nos seus erros, “confessar Cristo é o único caminho se o homem decide sair de uma facção ou outra”.
Só assim, afirma ele, as cinco gangues que dividem o controle de Pedrinhas permitem que um integrante deixe o jogo – desde que o faça de maneira definitiva. Rodrigues se diz seguro quanto à sua decisão. “Fiz um voto diante de Deus que é melhor ele me preparar e me levar logo do que eu voltar a comer o mesmo vômito que comia no passado”.
Ainda assim, caso seja condenado e tenha de voltar a Pedrinhas, ele se diz “preparado para voltar como um homem de Deus para pregar a palavra, sem medo”.
‘Garantia da normalidade’
A BBC Brasil pediu entrevistas com representantes do governo maranhense para tratar das denúncias de Rodrigues quanto à violência que teria sofrido dentro e fora de Pedrinhas.
O governo optou por responder por e-mail, dizendo que “o trabalho da Polícia Militar é de garantir a normalidade no sistema penitenciário maranhense, fazendo a segurança dos presos e realizando revistas para evitar a entrada de drogas, armas e celulares nas unidades prisionais”.
Segundo o governo, todo o trabalho dos policiais é acompanhado por órgãos de Justiça e de defesa dos direitos humanos.
O Estado não se pronunciou sobre as acusações de tortura fora das prisões nem sobre os crimes cometidos entre os presos.
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Fonte: UOL, BBC Brasil

Vaticano vai à ONU para falar sobre abuso sexual de crianças

Vaticano vai à ONU para falar sobre abuso sexual de crianças

Igreja pode ser forçada a se defender pela primeira vez em público
Igreja pode ser forçada a se defender pela primeira vez em público
O painel das Nações Unidas em Genebra sobre o abuso sexual de milhares de crianças pelo clero começou nesta quinta-feira (16) com relatos de autoridades do Vaticano. O arcebispo Silvano Tomasi ressaltou que a Santa Sé vê cada criança como “inviolável – corpo, mente e espírito”. O painel acontece um pouco mais de um mês após o Vaticano se recusar, em dezembro passado, a fornecer informações a uma comissão da ONU a respeito de investigações internas sobre abusos sexuais.
É esperado que o Comitê sobre os Direitos da Criança (UNCRC, na sigla em inglês) faça perguntas amplas, forçando a Santa Sé a se defender em público pela primeira vez. Vítimas de abusos têm a expectativa de que a audiência, que está sendo transmitida ao vivo, estimule a Igreja a acabar com o seu “segredo”.
Tomasi disse que é importante saber o que aconteceu no passado para evitar que o problema se repita e que a justiça possa ser feita. Ele disse ainda ao painel que gostaria de receber sugestões para implementar as obrigações da organização. A Santa Sé é signatária da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança desde 1990. E enfrenta alegações de que permitiu o abuso sexual de milhares de crianças, protegendo padres pedófilos às custas das vítimas.
O Papa Francisco havia dito que lidar com o abuso é vital para a credibilidade da Igreja. No mês passado, ele anunciou uma comissão do Vaticano que seria criada para combater o abuso sexual de crianças na Igreja e oferecer ajuda às vítimas. Ele também reforçou as leis do Vaticano sobre o abuso de crianças, ampliando a definição de crimes contra menores.
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Fonte: O Globo

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Criminosos usam camisinhas para embalar cocaína em latas de palmito

Criminosos usam camisinhas para embalar cocaína em latas de palmito

Criminosos usaram camisinha para embalar cocaína
Criminosos usaram camisinha para embalar a droga, que foi encontrada dentro das latas
A Polícia Federal apreendeu 155 kg de cocaína no Porto de Santos, no litoral de São Paulo. A droga estava em um caminhão que transportava palmito e abacaxi em conserva e foi embalada em preservativos para se assemelhar ao formato do palmito enlatado.
De acordo com informações do Delegado da Polícia Federal, Ciro Tadeu Moraes, a ação dos criminosos é uma novidade. “A cocaína estava envolta em preservativos e saquinhos plásticos exatamente para lembrar o formato do palmito, eu não tinha visto isso ainda, pra gente foi algo inédito”, afirma.
Cerca de 20 mil latas estavam no caminhão que veio da Bolívia e estava sendo monitorado pela Polícia Federal desde a cidade de Corumbá, no Mato Grosso do Sul. A carga tinha como destino a Holanda. Até o momento ninguém foi preso.
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Fonte: G1

Lei propõe que escolas disponibilizem exemplares da Bíblia e gera polêmica

Lei propõe que escolas disponibilizem exemplares da Bíblia e gera polêmica

Imagem: DivulgaçãoRecentemente, duas grandes capitais brasileiras se tornaram palco para discussão a respeito da religião e da laicidade do Estado, devido a legislações municipais sobre o tema. Em Recife (PE), um projeto de lei propõe que exemplares da Bíblia sejam disponibilizados para consulta em todas as instituições de ensino da cidade; enquanto em Manaus (AM) uma resolução municipal estabeleceu normas para a disciplina de ensino religioso nas escolas.
De autoria da vereadora Aimée Carvalho (PSB), o projeto de lei 334/2013, deve ser votado em fevereiro na Câmara de Vereadores do Recife e estabelece que duas edições da Bíblia sejam disponibilizadas nas escolas, uma em português e outra em braile.
Em seu texto, a proposta justifica a obrigatoriedade afirmando que a Bíblia foi “o primeiro livro impresso do mundo, logo merece destaque entre os demais (…). Além, claro, de trazer ensinamentos importantíssimos para toda a sociedade, independentemente do credo religioso de quem a lê”.
“Irá enriquecer as bibliotecas, pois os ensinamentos norteiam as atitudes humanas e até servem para a consulta de cientistas. A violência diminui e a prosperidade aumenta”, afirma a vereadora.
Segundo o Diário de Pernambuco, mesmo antes de ser colocada em votação, a proposta motivou uma série de discussões na cidade a respeito à laicidade de Estado, e também sobre a presença de outras religiões nas escolas.
“O estado é laico, mas não é ateu. Sabemos que 98% da população brasileira admitem ter fé, segundo o IBGE. É interessante que tenhamos a Bíblia nas escolas, mas estudantes de outras religiões como a muçulmana e a hindu podem requisitar o mesmo direito. A Bíblia a ser adotada será católica ou evangélica?”, ponderou o diácono Aerton Carvalho, presidente da Comissão Arquidiocesana e Pastoral para a Educação da Arquidiocese de Olinda e Recife.
O professor de direito constitucional da Unicap, Marcelo Labanca, falou sobre o argumento usado por opositores da proposta que visam a desqualificar afirmando que a mesma fere o artigo 19 da Constituição, que veda à União, estados e municípios estabelecer cultos religiosos ou igrejas oficiais.
“Ele [o projeto] amplia o acesso à informação, um papel do Estado, mas não faz com que isso seja instrumento de pregação. Religião não pode ser um tabu para o conhecimento. O aluno pode ter acesso a diversos instrumentos religiosos para que possa escolher”, afirma o professor.
Já em Manaus, a polêmica é motivada por uma resolução do Conselho Municipal de Educação (CME) publicada em dezembro de 2013 no Diário Oficial do Município. A resolução estabelece normas para a contratação de professores de ensino religioso no município.
A professora Elaine Ramos da Silva, presidente do CME, explica que a resolução tem como base o Parecer nº 97/99, do Conselho Nacional de Educação (CNE), que fala a respeito da autonomia dos sistemas de ensino na regulamentação dos conteúdos do ensino religioso e da contratação de docentes para tal disciplina.
Apesar de a Constituição brasileira, em seu artigo 210, parágrafo primeiro, prever a oferta de ensino religioso, tais propostas são alvo de diversas críticas, como a do sociólogo Marcelo Seráfico, professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), que afirma que o Estado se contradiz ao propor uma disciplina de ensino religioso.
De acordo com o UOL, a resolução do CME de Manaus define que os professores de ensino religioso devem ter formação em licenciatura plena em Ciências da Religião ou Ensino Religioso, dando abertura também a profissionais formados em Licenciatura Plena em Filosofia, História, Ciências Sociais ou Pedagogia, com curso de especialização Lato sensu ou Strictu sensu, em ensino religioso. Todos devem ter estudado em Instituições de Ensino Superior (IES) credenciadas pelo Ministério da Educação (MEC).
A resolução define ainda que é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Educação (Semed) o atendimento à demanda da disciplina, garantindo a contratação de um número adequado de professores, e também estabelece que o docente não divulgar nas aulas conteúdos de uma doutrina específica.
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Projeto que veta casamento gay aguarda para ser votado na Câmara; saiba mais

Projeto que veta casamento gay aguarda para ser votado na Câmara; saiba mais

Arolde de Oliveira reclama que o CNJ extrapolou suas competências ao regulamentar o casamento gay
Deputado Arolde de Oliveira reclama que o CNJ extrapolou suas competências ao regulamentar o casamento gay
O deputado Arolde de Oliveira (PSD/RJ) quer suspender por meio de projeto de lei resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), datada de 14 de maio do ano passado, que obriga cartórios de todo o Brasil a aceitar o registro de casamentos de homossexuais. O projeto de Decreto Legislativo (PDC), de autoria do parlamentar, foi apresentado também em 2013, e agora aguarda relatório da Comissão de Constituição e Justiça para entrar ou não na pauta de votação do plenário da Câmara dos Deputados. O recesso parlamentar termina na primeira semana de fevereiro.
Para ir a plenário a matéria já conta com parecer favorável da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, sob a presidência do deputado Marco Feliciano (PSC/SP), e com o aval do relator do projeto, deputado Pastor Eurico (PSB/PE). Se aprovado na Comissão de Constituiçõa e Justiça, a matéria poderá ser pautada para votação em plenário.
Se aprovado, o projeto de Arolde susta os efeitos da resolução do CNJ que “dispõe sobre a habilitação, celebração de casamento civil, ou de conversão de união estável em casamento, entre pessoas de mesmo sexo”. O parlamentar argumenta que a norma em vigência “extrapola as competências do CNJ, em suas atribuições de órgão regulador administrativo do Judiciário”, afirma o pastor Eurico, endossando justificativa de Arolde ao projeto que barra a união oficial de casais homossexuais.
Repercussão mundial
Na época da publicação da resolução do CNJ, os principais jornais do mundo reproduziram a decisão. Na manhã do dia que a resolução foi publicada, a notícia era a mais compartilhada pelos internautas do “Le Monde”, de Paris, à frente do texto sobre a decisão da atriz norte-americana Angelina Jolie de retirar os seios após saber que tinha 87% de chance de ter câncer. A manchete dizia: “Justiça exige o registro dos casamentos homossexuais”.
O assunto repercutiu em outros países da Europa. O “The Telegraph”, de Londres, lembrou que, “como o Brasil é o maior país católico do mundo, o casamento gay é uma questão decisiva”. O texto ainda dizia que o Brasil foi o terceiro país da América Latina a dar “sinal verde para o casamento de pessoas do mesmo sexo”, após Argentina e Uruguai. O texto publicado no site do espanhol “El País” afirma que, até então, nem todos os juízes aceitavam o casamento civil entre gays.
Nos Estados Unidos, o tema apareceu em dois dos maiores jornais do país. O “New York Times” declarou que a decisão do CNJ “abre caminho para que casais gays do maior país da América Latina possam casar”. Ao relatar a decisão, a notícia publicada no endereço eletrônico do “Washington Post” afirmou que “os esforços de aprovar uma lei no Congresso Nacional têm sido frustrados por legisladores evangélicos conservadores”. O “Clarín”, de Buenos Aires, afirmou que o CNJ “decidiu acelerar os passos para a concretização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, já que falta uma lei, que ainda tramita no Congresso”.
Reação no Brasil
No Brasil, em contrapartida, o PSC do deputado Marco Feliciano entrou com mandado de segurança, no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a revogação da resolução do CNJ. O relator da ação e ministro do STF, Luiz Fux, negou liminar ao mandado de segurança. Para o ministro, o CNJ tem competência para regulamentar questões internas da Justiça de acordo com valores constitucionais.
Na sequência ao pedido negado pelo Supremo, o deputado Arolde de Oliveira apresentou o projeto para sustar a resolução do CNJ.
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Fonte: EM

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Pastor fala sobre ir a motel, filmes pornôs, traição e fantasias sexuais

Pastor fala sobre ir a motel, filmes pornôs, traição e fantasias sexuais

Imagem: DivulgaçãoO pastor Cláudio Duarte há sete anos dá conferências para casais evangélicos com um modo irreverente de falar e abusa de histórias engraçadas para mostrar como, segundo Deus, deve ser o sexo.
Em entrevista ao Gazeta Online o pastor abriu o verbo sobre assuntos que são tabus nas igrejas, como fantasias sexuais, frequentar motéis e filmes pornográficos.
Quanto a assistir a filmes pornográficos o pastor foi taxativo ao afirmar que mesmo sendo casado isso não é permitido.
“Tudo o que falo estou usando a Bíblia como parâmetro e a Bíblia diz que a única nudez a que eu posso ter acesso é a do meu cônjuge no que diz respeito à sexualidade. A mim não é permitido ter acesso a outra nudez com intuitos sexuais. Então não pode ver filmes pornôs”.
Sobre o cristão frequentar motel, ele acredita que é uma opinião particular.
“Nós acreditamos em ambientes espirituais e deveríamos evitar ambientes inadequados espiritualmente. Aparentemente, você pega a sua esposa, leva para um motel e não tem nada que desabone sua conduta. A esposa é sua, o dinheiro é seu. Mas se formos avaliar que tipo de relacionamento é mantido naquele lugar, deveríamos selecionar melhor. Você pode estar deitado em uma cama com sua esposa onde duas horas antes estava acontecendo um adultério ou qualquer outro tipo de relacionamento que Deus não aprecia”.
Em relação a fantasia sexual ele acredita que o problema não esteja na fantasia em si. Mas na cabeça das pessoas.
“Vamos partir para a análise da fantasia sexual. A pessoa quer se vestir de estudante, colocar uma fantasia de onça, usar alguma fantasia para estimular? O grande problema é a cabeça do ser humano. Tem gente que começa usando uma fantasia e depois não tem mais desejo pelo cônjuge se ele não tiver com aquela fantasia. Aí a fantasia tomou o lugar do desejo. É muito perigoso. Mas eu não posso dizer para uma pessoa madura, saudável e que tem condições de levar uma fantasia para um ambiente sexual que isso é inapropriado, até porque você não sabe a realidade de cada um”.
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Fonte: Gazeta Online

Presidente da Nigéria assina lei que pune casamento gay


Presidente da Nigéria assina lei que pune casamento gay

Texto criticado pelos EUA foi assinado pelo presidente Goodluck Jonathan
Texto criticado pelos EUA foi assinado pelo presidente Goodluck Jonathan
O presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, assinou nesta segunda-feira (13) uma lei que criminaliza relações entre pessoas do mesmo sexo. O texto, que prevê punição de até catorze anos de prisão, já havia sido aprovado pelo Parlamento e conta com apoio da maioria da população.
A nova lei proíbe o casamento gay, “relacionamentos amorosos” entre pessoas do mesmo sexo e associação a grupos de defesa do direito dos homossexuais. “Pessoas que aderirem a um contrato de casamento ou união civil com pessoas do mesmo sexo cometem uma violação e estão sujeitas a condenação a até 14 anos de prisão”, diz o texto.
“Qualquer pessoa que se associe, opere ou participe de clubes gays, sociedades ou organizações e direta ou indiretamente demonstre publicamente um relacionamento amoroso com outra pessoa do mesmo sexo na Nigéria comete uma violação e estará sujeita à condenação a dez anos de prisão”, decreta a nova lei.
A legislação foi alvo de crítica dos Estados Unidos. O secretário de Estado John Kerry disse que o governo americano está preocupado com as medidas. “Além de proibir o casamento gay, essa lei restringe de forma perigosa a liberdade de reunião, associação e expressão para todos os nigerianos”, disse, em comunicado. “A lei é inconsistente com as obrigações legais internacionais da Nigéria e enfraquece as reformas democráticas e a proteção aos direitos humanos asseguradas na Constituição de 1999”. O comunicado ressalta ainda que “em qualquer lugar as pessoas merecem viver em liberdade e igualdade”.
A Anistia Internacional também condenou a lei, que, segundo a organização, “ataca direitos básicos e criminaliza relações entre pessoas do mesmo sexo”.
No continente africano, 36 países punem a conduta homossexual, sendo 31 deles na África Subsaariana.
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Fonte: Veja

AGENDA ABERTA PARA MINISTRAR EM SUA IGREJA.

TELEFONES PARA CONTANTO: 55 11 973394479, 11975187838, 11 44961037,

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

PR ALDERI


ovelhas longe do pasto.

Ovelhas longe do Pasto?Durante um tempo me perguntei o motivo de muitas igrejas rejeitarem o ensino teológico como se isso fosse uma doença séria capaz de desencaminhar o rebanho.
Do púlpito muitos pregadores bradam contra a teologia gritos usando argumentos que beiram o absurdo como, por exemplo, que o estudo bíblico deixa as pessoas incrédulas e que esse negócio de teologia esfria os crentes.
“Esfriar” em seus dicionários quer dizer: tornar-se investigativo como os bereanos, não acreditar em tudo que se ouve sem antes consultar as Escrituras e provar os Espíritos para saber se são de Deus.
Finalmente, querem manter o estudo bíblico longe de suas igrejas:
Pastores que vivem criando teologias mirabolantes para justificar suas preferências pessoais, como acontece em uma igreja que, por exemplo, não permite que seus membros usem qualquer peça de roupa que sejam das cores preta ou vermelha.
Pastores que vivem criando novas estratégias para arrancar cada vez mais dinheiro de seu espoliado rebanho como, por exemplo, pedir um dízimo três vezes maior que o que a Bíblia prescreve, com a desculpa que é uma décima parte para o Pai, outra para o Filho e outra para o Espírito Santo.
Pastores que agem de forma ditatorial, não permitindo que ninguém discuta ou argumente em relação às suas decisões, tratando a igreja como sua propriedade exclusiva, onde sua palavra tem mais peso que a própria Bíblia.
Pastores que sabem que estão pregando heresias, mas permanecem na escuridão para manter a qualquer preço seu status quo e de sua denominação, como, por exemplo, os que proíbem os homens de praticar esportes, as mulheres de vestirem qualquer outra coisa que não seja um saia ou que usem jóias, mesmo sabendo que nada disso tem suporte bíblico. Uma situação parecido a de um sacerdote católico que um dia acorda e descobre que Maria não é mediadora, intercessora nem faz milagres, mas não pode dizer nada, porque não sabe fazer outra coisa que não seja ser… padre.
E nem vou me referir às seitas, porque seria um clichê enfadonho e repetitivo.
Fico no meio em que vivo mesmo.
Das matérias teológicas que mais provocam o frio na espinha dos pregadores da ‘unção sem Bíblia’ – vamos chamá-los assim – sem dúvida que exegese e hermenêutica ocupam um lugar de destaque. As duas são as principais responsáveis por uma interpretação mais coerente e equilibrada das Escrituras. Obviamente que coerência e equilíbrio não são exatamente as coisas que os pregadores da unção sem Bíblia querem ver em suas igrejas.
Coerência e equilíbrio levam, consequentemente, a decência e ordem, um calo em cada pé das fábricas de heresias que vem sendo inaugurada dia após dia deste lado do Equador a cerca de um século.
Só para tornar mais claro o que estamos dizendo, vamos fazer um pequeno e ligeiro exercício teológico de exegese, para que todos vejam como é edificante, revelador e equilibrado um estudo mais apurado das Escrituras.
Pegue sua Bíblia e leia com cuidado Atos 2. Leia mais uma vez. E agora outra. Tenha muito cuidado com cada termo, cada palavra, cada registro. Vou acompanhar você com uma Bíblia ACF (Corrigida Fiel). Não sou fundamentalista nessa questão. Minha Bíblia de cabeceira é uma Thompson, versão AEC (Edição Contemporânea), e poderia usar uma ARA (Revista Atualizada” também. A escolha foi pura preferência pessoal.
Como vai funcionar? Simples, vou fazer perguntas claras com a intenção de que o fato narrado no capítulo seja entendido da forma que aconteceu, e não da forma que eu ou você queremos que tenha acontecido.
1. Quando Pedro e os outros saíram do cenáculo, estavam em seu juízo perfeito ou tomados de tal emoção que não sabiam o que estavam fazendo?
2. Quando Pedro discursou para os presentes, ele sabia o que estava dizendo? Tinha consciência da mensagem que estava pregando?
3. Os presentes que ouviram Pedro entenderam o que ele estava falando, ou ficou um olhando para a cara do outro sem entender nada?
4. Pedro falou línguas que existiam, mas que ele, Pedro, e os demais, não haviam aprendido, ou ele falou ‘línguas estranhas’ que ninguém entendeu?
5. Qual foi o milagre que maravilhou os presentes que ouviram e viram Pedro pregar?
6. Quando o texto cita a palavra ‘batismo’, de que batismo está falando, o do Espírito Santo ou o das águas?
7. É assim que é ensinado nas igrejas atualmente?
São perguntas fáceis de ser respondidas. Basta ler o capítulo. Não precisa nenhum conhecimento teológico profundo para resolver as questões.
Ao final das respostas, após uma breve reflexão, fica claro porque muitos líderes evangélicos fazem de tudo para evitar que suas ovelhas aprofundem seus conhecimentos bíblicos.

China: ‘caixas’ são instaladas nas ruas para receber bebês abandonados

China: ‘caixas’ são instaladas nas ruas para receber bebês abandonados

(Imagem ilustrativa) Várias cidades do país instalaram caixas com incubadoras para evitar que as crianças morram nas ruas
(Imagem ilustrativa) Várias cidades do país instalaram caixas com incubadoras para evitar que as crianças morram nas ruas
À primeira vista, parecem caixas com jornais, bebidas e cartões de recarga de celular, como tantas outras encontradas pelas ruas chinesas. Mas um olhar mais atento revela a diferença: há duas incubadoras que se abrem por uma janela, mantendo uma temperatura de 32,5 graus. Elas são acompanhados por um botão – quando pressionado, ativa um alarme que soa apenas dez minutos depois, tempo suficiente para aquele que abandona a criança não ser visto pelo pessoal dos serviços sociais que os recolhem.
As caixas são conhecidas em mandarim como “ilhas de segurança para os bebês”. São uma moderna réplica chinesa das “janelas de bebês”, introduzidas na Idade Média europeia mas retiradas de circulação no final do século XIX porque atentavam, acreditava-se, contra a moralidade e a segurança das crianças.
Hoje, embora sejam alvo de muitas críticas (incluindo da Organização das Nações Unidas), elas foram reintroduzidas em países como a Alemanha e a República Tcheca. Na China, são consideradas por alguns como uma salvação para as crianças que poderiam ficar totalmente desprotegidas.
Em 2012, 570 mil crianças foram abandonadas na China, um aumento de 11 % em relação ao ano anterior, de acordo com o Ministério dos Assuntos Civis. Destas, 100 mil foram para as mãos do Estado, enquanto as outras 470 mil não contaram com esse sistema, e, por isso, não se sabe o paradeiro. Acredita-se que dezenas de milhares de crianças morreram antes que pudessem ser assistidas.
Muitas crianças são deixadas nas ruas ou debaixo de pontes, entre as latas de lixo. Em maio passado, a história de uma mãe solteira, na província de Zhejiang, que deixou o seu bebê recém nascido em um vaso sanitário chocou a China. Os vizinhos ouviram os gritos do bebê por um cano furado e, finalmente, ele foi salvo por bombeiros.
Defensores e críticos
Muitos bebês são abandonados à noite, quando sofrem ao frio e podem ser atacados por animais – explica Han Jinhong, diretora do Centro de Bem-Estar Social de Shijiazhuang, na província de Hebei.
Foi lá que se instalou a primeira “caixa de bebê” da China e de Hong Kong.
A “caixa bebê” de Shijiazhuang, a 293 quilômetros de Pequim, foi inaugurada em junho de 2011. Desde então, o sistema recebeu 183 bebês, dois terços de todas as crianças abandonadas na cidade. Após sua instalação, cerca de 11 outros abrigos, com suas janelas para bebês, foram espalhados na província de Hebei.
Mas foi só este ano que as incubadoras caíram na boca de todos e receberam grande crítica pública, uma vez que começaram a ser inauguradas em outras cidades chinesas, como Xi’an , Xiamen e Nanjing. A questão se intensificou especialmente depois que a cidade de Shenzhen, província de Guangdong, anunciou seu plano de abrir um abrigo este ano.
Os críticos do sistema acreditam que essas janelas incentivam os pais a abandonar seus filhos e promove um “comportamento imoral” na sociedade.
Em uma pesquisa realizada pelo portal Sohu com 9.403 entrevistados, 16% estavam preocupados porque o programa não pune pais irresponsáveis. Mas a pesquisa mostrou uma percepção positiva, com 75% de apoio ao programa _ 63% não acreditam que o projeto incentive os pais a deixar as crianças.
A questão das “caixinhas” em Shenzhen ganhou ainda mais notoriedade porque Guangdong é considerado um dos principais destinos dos trabalhadores migrantes na China. Pelo menos metade das trabalhadoras migrantes tiveram relações sexuais antes do casamento, e 60% delas tiveram ao menos uma gravidez indesejada, de acordo com um estudo realizado pelo Departamento de Planejamento Familiar na província.
Na Europa, Alemanha, Áustria, Polônia, Hungria e República Theca tem o uso das tais “incubadoras” regulamentado. Dentro das “caixas”, além de cobertores, há uma carta com informações caso a pessoa mude de ideia. Na Ásia, Paquistão, Índia, Malásia e Japão somam os países que procuram proteger desta forma as crianças abandonadas.
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Homem deixa islamismo para ser cristão e é condenado a um ano de prisão

Homem deixa islamismo para ser cristão e é condenado a um ano de prisão

Imagem: Reprodução/Mohabat NewsDissidentes religiosos no Irã, especialmente cristãos convertidos, estão sob crescente pressão e sujeitos a tratamento desumano pelo governo local. Entre os casos mais recentes está Hossein Saketi, que foi condenado a um ano de prisão pelo Tribunal Revolucionário em Karaj por abandonar o islamismo e seguir a fé cristã.
De acordo com a ‘Mohabat News’, Saketi foi condenado pelo juiz Asef Hosseini na Seção 1 do Tribunal Revolucionário em Karaj. Ativistas de direitos humanos relatam que Saketi compareceu perante o tribunal várias vezes antes de receber o seu julgamento final, que o mandou para a prisão.
Os relatos são de que havia sido concedida ao cristão a fiança para liberdade condicional; porém, por razões desconhecidas, as autoridades judiciais impediram que sua família fizesse o pagamento da fiança.
A prisão de Saketi foi realizada pelo Ministério da Inteligência do Irã no dia 23 de julho de 2013, na província de Golestan. Ele foi entregue ao Escritório de Inteligência de Karaj em 6 de agosto, e foi mantido em confinamento solitário no pavilhão 8 da penitenciária de Rajaei-Shahr até 26 de outubro, quando foi finalmente transferido para o Bloco 7 da Prisão Central em Karaj, onde está preso até hoje.
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Fonte: Gospel Mais