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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Em resposta a Lewandowski, Gilmar diz que 'tropeço' foi fatiar votação do impeachment

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Em resposta a Lewandowski, Gilmar diz que 'tropeço' foi fatiar votação do impeachment© Agência Brasil Em resposta a Lewandowski, Gilmar diz que 'tropeço' foi fatiar votação do impeachment
BRASÍLIA – O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, disse nesta quinta-feira, 29, que o único tropeço no processo de impeachment de Dilma Rousseff foi a realização de uma votação fatiada. O comentário de Gilmar foi uma resposta ao comentário do ministro Ricardo Lewandowski, que lamentou o impeachment de Dilma Rousseff, classificando o episódio como “um tropeço na democracia”.
“Acho que o único tropeço que houve foi aquele do fatiamento, o DVS (destaque para votação em separado) da própria Constituição, no qual teve contribuição decisiva o presidente do Supremo”, disse Gilmar, ao analisar a conduta do então presidente do STF, Ricardo Lewandowski, na condução do processo de impeachment.
Durante o julgamento do impeachment, Lewandowski decidiu aceitar o destaque apresentado pela bancada do PT, que pediu que a votação do impeachment fosse dividida em duas partes, e não de maneira conjunta. Dessa forma, Dilma manteve os direitos políticos, embora tenha tido o seu mandato cassado.
Aula. O comentário de Lewandowski sobre o impeachment foi feito durante uma de suas aulas na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), onde o ministro leciona Teoria do Estado. Lewandowski criticou o modelo de presidencialismo de coalizão, que considerou ser fruto da Constituição Federal.
“Deu no que deu. Nesse impeachment a que todos assistiram e devem ter a sua opinião sobre ele. Mas encerra exatamente um ciclo, daqueles aos quais eu me referia, a cada 25, 30 anos no Brasil, nós temos um tropeço na nossa democracia. É lamentável. Quem sabe vocês, jovens, consigam mudar o rumo da história”, afirmou Lewandowski.
No dia 1º deste mês, um dia depois de o Senado decidir pela cassação de Dilma Rousseff, Gilmar Mendes disse que a votação fatiada do processo de impeachment é, "no mínimo, bizarro" e "não passa na prova dos 9 do jardim de infância do direito constitucional".

terça-feira, 26 de abril de 2016

China: mulher tenta impedir demolição de igreja e é enterrada viva

China: mulher tenta impedir demolição de igreja e é enterrada viva

Divulgação/ China AidUma mulher foi enterrada viva ao tentar impedir a demolição de uma igreja em Zhumadian, na província de Henan, na China. Ding Cuim e o seu marido, o reverendo Li Jiangong, colocaram-se diante dos tratores que se preparavam para derrubar o templo. Os dois foram empurrados para dentro de uma vala pelos funcionários, que seguiram o trabalho. Li Jiangong conseguiu cavar um caminho até a superfície, mas infelizmente não foi capaz de salvar sua mulher, que morreu asfixiada.
“Vou ser responsável por suas vidas”, disse um membro da equipe de demolição antes de empurrá-los, de acordo com o site China Aid, grupo de direitos humanos com sede nos EUA. A organização, sem fins lucrativos, é focada na liberdade religiosa do país mais populoso do mundo.
Os dois homens responsáveis pela morte foram detidos na noite após o incidente. O reverendo Li Jiangong foi supostamente avisado para não discutir o caso, e não se manifestou sobre a morte da mulher com a imprensa.
O crime ressalta a crescente perseguição do governo chinês às minorias religiosas. Milhares de igrejas em todo o país foram demolidas no ano passado, e dezenas de pastores foram presos sob acusações forjadas de corrupção, de acordo com militantes que monitoram a situação.
David Curry, presidente e CEO da organização Portas Abertas, nos EUA, disse ao site da Fox News que o governo chinês parece determinado a reduzir o perfil da igreja, e força os pastores a se reunirem semanalmente com as autoridades locais para explicar seus sermões.
Segundo a AFP, o presidente do país, Xi Jinping, afirmou em uma reunião que as organizações religiosas chinesas devem obedecer ao Partido Comunista.
“Os grupos religiosos devem aderir à liderança do Partido Comunista da China”, disse Xi a altos funcionários do partido único em uma conferência de dois dias que terminou no sábado, segundo a agência de notícias “Xinhua”.
Na China, vivem centenas de milhões de budistas, cristãos e muçulmanos. Enquanto deseja guiar estes grupos, o Partido Comunista reprime organizações religiosas não oficiais. Desde que Xi Jinping chegou ao poder em 2012, o governo adotou uma linha mais dura a respeito da sociedade civil e das religiões.
Na província de Zhejiang, na região leste do país, as autoridades demoliram várias igrejas e retiraram crucifixos nos últimos anos. A iniciativa afetou centenas de paróquias, segundo grupos de defesa dos direitos humanos.
Já em Xinjiang, região chinesa de maioria muçulmana, fontes locais afirmam que o controle está mais rígido sobre a prática do jejum durante o mês do Ramadã.
O governo chinês afirma que os cidadãos gozam de liberdade de culto, mas que existe uma ameaça terrorista em Xinjiang por conta da presença de extremistas islâmicos.
Nos anos 1970, Pequim desistiu de erradicar a religião organizada e optou por controlar a prática religiosa através dos templos, igrejas e mesquitas autorizados. Estas instituições propagam um discurso que mistura teologia com a retórica comunista.
Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.
Fonte: Extra

PR NAPOLEÃO FALCÃO GIDEÕES 2016


sábado, 7 de novembro de 2015

Mais de 3000 povos nunca ouviram falar de Jesus

Mais de 3000 povos nunca ouviram falar de Jesus

Mais de 3000 povos nunca ouviram falar de Jesus

Pastores famosos pedem que igreja retome trabalho missionário
por Jarbas Aragão

Líderes evangélicos conhecidos, como os pastores Rick Warren e Francis Chan estão unindo forças para uma conferência que deseja desafiar a Igreja a retomar seu ardor missionário. Ainda existe 3.226 povos (grupos étnicos) que nunca ouviram falar de Jesus.
“Como parte de uma iniciativa global, queremos ajudar a levar as boas novas do Evangelho para os 3.000 grupos étnicos que ainda não foram alcançados! Essas pessoas, espalhadas em diversas partes do mundo, não possuem a Bíblia em sua língua, nenhum crente conhecido, e nenhuma igreja para representar o corpo de Cristo”, escreveu Warren num convite para o evento de lançamento que ocorrerá em dezembro na Igreja de Saddleback, Califórnia, que ele pastoreia.
Os palestrantes convidados são Francis Chan e Paul Eshleman, além de outros especialistas em missões que desejam estabelecer um plano para que esses grupos não alcançados possam ter acesso ao Evangelho até o final desta década.
O evento foi batizado de Finishing the Task [Finalizando a Tarefa]. O site oficial lembra que “Jesus nos deu a tarefa de fazer discípulos de todas as nações, e sabemos que, no final de tudo, haverá pessoas de toda tribo, língua, povo e nação ao redor de seu trono.”
Nos últimos anos a igreja norte-americana vem perdendo seu antigo fervor missionário. Durante muitos anos foi de lá que saíram missionários para quase todos os países do mundo. Mas o liberalismo teológico, a crise econômica que o país enfrentou e a diminuição no número de candidatos ao campo missionário contribuíram para que isso se perdesse.
O desafio é cumprir a Grande Comissão, com foco específico na plantação de igrejas entre os grupos não alcançados. Como tudo que Warren faz em sua megaigreja, o projeto pretende estimular os milhares de outros líderes do mundo que se inspiram na Saddleback, através da rede criada pelo movimento “Igreja com Propósitos”.
O material disponibilizado pela Finishing the Task prevê parcerias com organizações missionárias que já possuem como objetivo alcançar esses grupos. Assim, muitas igrejas podem se unir para “adotar” um determinado povo em oração e contribuir financeiramente para os obreiros que desejem trabalhar entre eles.
No site há um mapa interativo que mostra os 531 povos considerados pela igreja de Warren os “mais necessitados”, que somados chegam a 51 milhões de pessoas. Estes serão os primeiros alvos da Finishing the Task. A grande maioria fica em regiões onde predomina o islamismo ou o hinduísmo.
No Brasil, existem várias agências missionárias que fazem trabalhos entre povos não alcançados no mundo. Contudo, o avanço tem sido pequeno, muito desproporcional ao número de evangélicos do país.
Para o estudioso e pastor Davis Botelho, o motivo é claro: “A Igreja brasileira é antropocêntrica [centrada no homem], tudo é voltado para o bel prazer de seus líderes e o conforto dos membros”. Ele lidera missão Horizontes América Latina, que já enviou dezenas de cristãos comprometidos para o campo missionário transcultural no Brasil e no mundo. Com informações de Christian Post

Líder islâmico afirma que Israel está “ofendendo 1,5 bilhão de muçulmanos”

Líder islâmico afirma que Israel está “ofendendo 1,5 bilhão de muçulmanos”

Mufti prega que Mesquita de Jerusalém foi construída por anjos nos tempos de Adão
por Jarbas Aragão

Líder islâmico afirma que Israel está “ofendendo 1,5 bilhão de muçulmanos”Líder diz que Israel ofende 1 bilhão de muçulmanos
Duas declarações de líderes islâmicos chocaram Israel esta semana.
Primeiramente, o grão-mufti de Jerusalém, o clérigo muçulmano responsável pela Mesquita de Al-Aqsa, que fica no alto do Monte do Templo, afirmou que o local abriga uma mesquita “desde a criação do mundo”.
O sheik Muhammad Ahmad Hussein disse em uma entrevista à TV que nunca houve um templo judaico no alto do monte Moriá. Segundo ele, o local, considerado o terceiro lugar mais sagrado no Islã, abriga uma mesquita desde os tempos de Adão e que a mesma foi construída por anjos.
Ignorando os relatos do Antigo Testamento, que precedem em mais de dois milênios o Alcorão, e achados da arqueologia, despreza o registo histórico de que ela na verdade foi erguida no século oitavo, a mando do Califa Abd el-Melek.
A própria tradição islâmica o desmente, pois no século 10 o historiador muçulmano Muhammad ibn Aḥmad Shams al-Din al-Muqaddasi escreveu sobre Jerusalém, dizendo “aqui estão as maravilhas de Salomão e suas cidades”. Um guia publicado pela Waqf muçulmana em 1924 reconhece que ali estiveram em outros tempos, dois templos judaicos.
Hussein foi nomeado pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. Ele coleciona declarações polêmicas, tendo recentemente apoiado atentados suicidas contra israelenses.
A disputa pelo direito de judeus subirem para orar em seu local sagrado existe desde a retomada de Jerusalém pelo governo de Israel durante a guerra de 1967. O local, que na época pertencia à Jordânia, por causa de um acordo, permanece sob domínio islâmico desde então.

Ameaça externa

Esta semana, o ministro de Relações Exteriores do Cata, Khalid Al Attiyah, fez uma ameaça velada a Israel. Disse à rede Al Jazeera que o estado judeu “ofende os 1,5 bilhão de muçulmanos do mundo” em suas ações no Monte do Templo.
Al-Attiya acusa Israel de “intransigência” na maneira como lida com os palestinos.  Advertiu que a situação atual configura uma “terceira intifada” que poderá se tornar “a pior intifada”. Conhecido por seu apoio financeiro ao grupo terrorista palestino Hamas, o Catar insiste que não há solução de paz enquanto houver “ocupação israelense de terras palestinas”.
Essas afirmações apenas aumentam a tensão, pois ocorrem simultaneamente, vindo de fontes internas e externas. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tem afirmado que combaterá duramente a chamada “intifada das facas”.
Nas últimas semanas, são diários os casos de atentados e mortes em diferentes partes do país. Já morreram mais de 50 palestinos (sendo a metade terroristas) e nove israelenses. Mais de mil pessoas ficaram feridas durante os incessantes protestos contra o exército israelense na Cisjordânia e em Jerusalém.
 

Vídeo: Lula confessa que enganou o povo; assista!

Vídeo: Lula confessa que enganou o povo; assista!

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva confessou nesta quinta-feira (29) o que todo brasileiro já sabia, que parte da atual crise política é devido a “mudança de discurso” do governo da presidente Dilma Rousseff em relação às promessas feitas na campanha eleitoral do ano passado. Na avaliação de Lula, a presidente está fazendo exatamente o que afirmou que não faria enquanto tentava conquistar mais um mandato. A confissão foi feita durante a reunião do diretório nacional do PT.
“Nós tivemos um problema político sério, porque ganhamos as eleições com um discurso e, depois das eleições, nós tivemos que mudar o nosso discurso e fazer aquilo que a gente dizia que não ia fazer. Isso é fato conhecido de 204 milhões de habitantes, fato conhecido da nossa querida presidenta Dilma”, ressaltou Lula aos dirigentes do PT.
Assista a vídeo abaixo e deixe o seu comentário no Verdade Gospel.
Fonte: G1 e Youtube

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

terça-feira, 22 de setembro de 2015

PT transformou o Estado num predador de riquezas; entenda

PT transformou o Estado num predador de riquezas; entenda

O partido fez da máquina pública uma fera devoradora daquilo que é produzido por quem trabalha e investe. Agora o governo chora pela CPMF. São lágrimas de crocodilo
O partido fez da máquina pública uma fera devoradora daquilo que é produzido por quem trabalha e investe. Agora o governo chora pela CPMF. São lágrimas de crocodilo
Quando muitos clamavam pelo perdão da dívida da Grécia e pelo fim da austeridade, coube ao americano Edmund Phelps, ganhador do Nobel de 2006, pôr o debate em sua verdadeira perspectiva. Para Phelps, de nada adiantaria reduzir o endividamento grego nem liberar as despesas públicas. “Tais medidas apenas dariam nova vida aos gastos do governo”, disse Phelps. As de­fi­ciên­cias da economia permaneceriam intactas. Seria como jogar dinheiro fora pelo ralo. No Brasil, quando o governo pede uma nova chance e implora por novos tributos, esteja certo: o dinheiro acabará sendo tragado pela boca enorme dos gastos públicos. Sem deter os desperdícios, os privilégios e a gastança sem critério do populismo estatizante, nunca haverá impostos suficientes para sustentar a voracidade pública.
Os desequilíbrios chegaram ao ápice no governo de Dilma Rousseff. No ano passado, a gastança pública deu um salto de 6%, enquanto o produto interno bruto (PIB) teve um ganho desprezível de 0,1%. A cada ano, o governo engole um pedaço a mais do PIB, tributando o setor privado, que é produtivo e eficiente, e transferindo recursos para o setor público, pouquíssimo produtivo e ineficiente por vocação. O resultado dessa política suicida aparece na baixa capacidade de aumento da produção. “Em países pobres, o aumento dos gastos públicos pode contribuir para o crescimento da economia”, afirma o pesquisador sueco Andreas Bergh, especialista no estudo da relação entre tamanho de governo e desenvolvimento. “Nas nações mais ricas, entretanto, o aumento do setor público está associado à redução do crescimento e da atividade econômica. O Brasil deve ter chegado a esse ponto.” De acordo com as análises de Bergh, um aumento de 10 pontos porcentuais na participação estatal na economia reduz o crescimento econômico médio em até 1 ponto porcentual.
O governo, em estado de negação da realidade, parece viver em outro planeta. Na semana passada, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, defendeu a volta da CPMF, o imposto do cheque, com o seguinte raciocínio: “Na verdade, é um imposto pequenininho. Dois milésimos, né? Se você for comprar alguma coisa que custe 10 reais, você vai pagar 2 centavos”. Se é tão pequenininho, por que o governo precisa dele? Porque de fato ele não é tão pequeno assim. Seu efeito cumulativo na economia poderá dar 32 bilhões de reais ao governo no próximo ano, segundo as estimativas oficiais. Especialistas, entretanto, acreditam que a arrecadação será ainda maior. O governo, rebaixado pela agência Standard & Poor’s e tachado como pouco confiável, em vez de fazer a sua parte, cortando despesas para valer e eliminando privilégios, passa a conta desavergonhadamente para a população.
Como mostram os exemplos a seguir, não são poucos os desequilíbrios, privilégios e escárnios produzidos nos últimos anos. Há muito a fazer, antes de tributar mais e mais.
Uma carga rumo a 50% do PIB
Se a atual trajetória de aumento de gastos sociais for mantida e não for feita nenhuma reforma, como a da Previdência, o custo para sustentar os salários do funcionalismo, as aposentadorias e os benefícios assistenciais dobrará, como parcela no PIB, até 2040. Chegaria a 28,5% da economia. Sustentar essas despesas e manter as finanças públicas minimamente equilibradas exigiria uma elevação da carga total de tributos para 50% do PIB. A atividade empresarial seria sacrificada ainda mais. Países que exageraram na dose do assistencialismo reconheceram que isso foi um erro e voltaram atrás, como foi o caso da Suécia. O Brasil já vem pagando essa conta antecipadamente. Isso porque as projeções impactam diretamente a situação presente. Os agentes do mercado antecipam os problemas. O país pagará as consequências na forma de cotação do dólar nas alturas, aumento na inflação e queda no crescimento. O problema, como analisa o italiano Vito Tanzi, especialista em finanças públicas, é que raramente os políticos aprendem com os erros de outros governos. “Eles estão fadados, portanto, a ter de aprender com os próprios erros, muitas vezes quando já é tarde demais.”
Exuberância no planalto
Enquanto aumenta impostos, o governo oferece, como sinal de boa vontade, um corte módico de suas despesas. Corte na teoria, porque a proposta ainda precisa ser aprovada pelo Congresso. Corte, antes de tudo, de “vento”, como dizem os economistas. O governo promete ainda eliminar parcialmente o seu quadro agigantado de ministros e funcionários comissionados. Sob o comando de Dilma Rousseff, estão 39 ministros de Estado. O presidente americano, Barack Obama, possui em seu time apenas 22 secretários com status equivalente ao dos ministros brasileiros. Assim ele governa a maior economia do planeta.
Um estudo dos economistas Felipe Salto e Nelson Marconi, ambos da Fundação Getulio Vargas em São Paulo, dá a dimensão do custo da ineficiência do setor público e da redução de despesas possível caso houvesse o aperfeiçoamento da administração federal. O valor chega a 144 bilhões de reais ao ano. Eles levantaram a inflação implícita nas contas do setor público e do privado na última década, entre 2005 e 2014, e constataram que houve uma diferença espantosa: a variação acumulada de custeio foi de 128,6% no governo e de 88,5% nas empresas. “São necessárias ações de gestão complementares ao ajuste estrutural de médio e longo prazo”, diz Salto, que é assessor econômico do senador José Serra.

Vídeo: mudança de sexo em crianças; Pr. Silas comenta

Vídeo: mudança de sexo em crianças; Pr. Silas comenta

Confira o comentário do Pr. Silas Malafaia sobre a questão que envolve mudança de sexo em crianças e entenda o que é e o que está por trás da ideologia de gênero.


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Denúncia: exército dos EUA seria conivente com casos de pedofilia no Afeganistão

Denúncia: exército dos EUA seria conivente com casos de pedofilia no Afeganistão

Denúncia é do 'The New York Times' e da emissora Fox, que afirma que Exército dos EUA estaria conivente com casos de pedofilia no Afeganistão
Denúncia é do ‘The New York Times’ e da emissora Fox, que afirma que Exército dos EUA estaria conivente com casos de pedofilia no Afeganistão
Reportagens do jornal ‘The New York Times’ e da emissora ‘Fox’ denunciaram nesta segunda-feira (21) uma suposta conivência das Forças Armadas dos Estados Unidos com abusos sexuais a menores praticados por seus aliados no Afeganistão. Segundo a notícia divulgada pela Fox, o exército decidiu expulsar um veterano do corpo especial dos Boinas Verdes por sua atuação em 2011, quando o militar estava no Afeganistão e empurrou um policial afegão acusado de abusar de um menor e de agredir a mãe do mesmo quando esta denunciou o ocorrido.
De acordo com o canal de televisão americano, o Boina Verde Charles Martland soube das ações do policial, que foi treinado e armado pelos EUA para lutar contra os talibãs, e por isso foi a seu encontro para confrontá-lo, chegando a empurrá-lo. Martland, um militar condecorado em várias ocasiões por suas ações na frente de batalha, foi punido pelo exército americano pouco depois desse episódio, mas só agora, quatro anos depois, foi decidida sua expulsão das Forças Armadas.
Esta questão também foi abordada nesta segunda-feira pelo The New York Times, que dedicou um duro editorial sobre o assunto, após a publicação de um artigo horas antes, em que o jornal denunciou um caso similar. “Os incidentes de assédio sexual contra crianças descritos por militares americanos que serviram no Afeganistão são repugnantes. Crianças gritando durante a noite ao serem atacadas por policiais afegãos. Três ou quatro homens afegãos surpreendidos em uma base militar com crianças entre eles, presumivelmente para jogos sexuais”, relatou a publicação.
O jornal americano acrescentou que é “igualmente ofensivo” que os soldados dos EUA que quisessem intervir “não pudessem” e que seus superiores tivessem ordenado que “ignorassem comportamentos abusivos por parte de seus aliados afegãos e olhassem para o outro lado porque é sua cultura”.
Em uma informação publicada no domingo, o ‘The New York Times’ contou a história de Gregory Buckley, um soldado que morreu em um ataque no Afeganistão em 2012. Antes de morrer, Buckley denunciou em um telefonema para seu pai que podia ouvir como os policiais afegãos abusavam sexualmente de crianças que eram levadas à sua base. “Durante a noite podíamos ouvi-los gritar, mas não era permitido que fizéssemos algo a respeito”, disse Buckley a seu pai, conforme este relatou à publicação.
A Casa Branca declarou nesta terça-feira (22) que está “muito preocupada” com a segurança das crianças afegãs. O Pentágono, por sua vez, se defendeu assegurando que jamais teve uma política que obrigasse os militares “a ignorar os abusos contra os direitos humanos”. No entanto, em um comunicado enviado ao canal ‘Fox News’, um porta-voz das forças americanas no Afeganistão indicou que não exige que os soldados relatem casos de abusos a menores.
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Fonte: Veja