Filme que satiriza Maomé poderá voltar a ser visto no YouTube
O processo foi movido pela União
Nacional das Entidades Islâmicas. O juiz da 25ª Vara Cível de São Paulo,
Paulo César Batista dos Santos, concordou que o vídeo é de “gosto
duvidoso”, mas defendeu a “livre manifestação do pensamento artístico”.
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