Construção de ‘macumbódromo’ no Rio volta a ser discutida
Segundo matéria publicada no ‘Globo’ desta segunda-feira (5), o Espaço Sagrado, como será chamado, ficará numa área de dez mil metros quadrados, que pertence ao Parque Nacional da Tijuca. Pela proposta, haverá locais específicos para oferendas e uma sinalização indicará os recantos dos orixás.
Apesar da polêmica, o novo secretário Carlos Portinho garante que o Espaço Sagrado sairá do papel, apesar do projeto executivo não estar pronto, nem ter orçamento previsto.
Evangélico, Antônio Carlos Costa, que trabalha no Rio de Paz, teme que a criação de um espaço público para uma religião abra um precedente para outras crenças. “O Estado é laico e acho que não deve privilegiar nenhuma religião. Nesse sentido, uma decisão como essa vai ferir os cidadãos que processam sua fé de outra forma. É claro que as pessoas devem prestar seu culto livremente, mas acho essa atitude do governo de ceder um espaço público para outra religião pouco democrática”.
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Fonte: O Globo
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