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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Cristão evangelista preso na Coreia do Norte faz apelo por libertação aos EUA

Cristão evangelista preso na Coreia do Norte faz apelo por libertação aos EUA

Americano está preso há mais de um ano, condenado a 15 anos de trabalhos forçados
Americano está preso há mais de um ano, condenado a 15 anos de trabalhos forçados
O cidadão americano de origem coreana Kenneth Bae, preso na Coreia do Norte, fez um pedido de ajuda aos Estados Unidos nesta segunda-feira (20). A um grupo de jornalistas, ele disse ter cometido um “grave crime” contra a Coreia do Norte e negou que o regime de Kim Jong-un “viole direitos humanos”, segundo a agência estatal chinesa Xinhua.
Condenado a quinze anos de trabalhos forçados por subversão, ele foi preso em novembro de 2012, quando dirigia uma empresa com base na China que era especializada em organizar viagens à Coreia do Norte, alegam seus familiares. Para a ditadura coreana, Kenneth Bae é um ativista cristão evangelista, enviado a China entre 2006 e 2012 para estabelecer “bases de complô” com o objetivo de derrubar o regime de Pyongyang.
“Eu gostaria de pedir ao governo americano, à imprensa e à minha família para pararem de piorar minha situação fazendo rumores vis contra a Coreia do Norte e divulgando materiais relacionados a mim que não são baseados em fatos”, disse Bae, diante das câmeras, e ao lado de guardas.
Levado por guardas, Kenneth Bae deixa sala onde concedeu entrevista
Levado por guardas, Kenneth Bae deixa sala onde concedeu entrevista
“Eu quero ser perdoado pelo Norte o mais rápido possível e voltar para minha amada família. Para isso, peço ao governo dos Estados Unidos, à imprensa e à minha família a fazerem esforços mais ativos e prestarem mais atenção”.
Em Washington, funcionários do governo disseram que os EUA se propuseram a enviar um representante especial à Coreia do Norte, Robert King, para obter a libertação de Bae. “Esperamos que esta decisão das autoridades de permitir que Kenneth Bae se encontrasse com jornalistas sinalize sua disposição para libertá-lo”, disse o funcionário sob condição de anonimato.
No ano passado, Bae concedeu uma entrevista a um jornal japonês pró-Coreia do Norte e fez um apelo semelhante, pedindo a Washington que enviasse um representante para negociar sua libertação.
A ditadura norte-coreana tem um histórico de exigir falsas confissões, ressaltou a rede CNN, lembrando que o veterano da Guerra da Coreia Merrill Newman, libertado em dezembro, disse ter sido obrigado a fazer uma falsa confissão. “Qualquer um que lesse o texto ou visse o vídeo em que eu leio a confissão saberia que as palavras não eram minhas e que não foram divulgadas voluntariamente”.
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Fonte: Veja

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